Todos os anos, o dinheiro arrecadado na coleta da solidariedade que acontece no domingo de Ramos, este ano 5 de abril, e administrado pelo Fundo Nacional de Solidariedade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), tem destinação certa: projetos sociais que tenham ligação direta com o tema trabalhado pela Campanha da Fraternidade daquele ano.

Do total arrecadado, 60% é destinado aos fundos diocesanos de solidariedade e 40% ao FNS que apoia os projetos. Este ano, durante a coletiva de imprensa do lançamento da Campanha da Fraternidade 2020, que tem como tema: Fraternidade e vida: dom e compromisso e o lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34), o secretário executivo de campanhas da CNBB, padre Patricky Samuel Batista, apresentou a prestação de contas de 2019 cujo tema foi Fraternidade e Políticas Públicas e o lema: “serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).

“O grande gesto concreto da Campanha da Fraternidade é a coleta da solidariedade que nós incentivamos todos a participarem”, disse padre Patricky.

De acordo com o Fundo Nacional de Solidariedade, 856 projetos pediram auxílio e ajuda fraterna. Dos 856 projetos, foram analisados 347 e desses 238 aprovados. Os recursos destinados no ano passado ultrapassaram pouco mais de R$ 3 milhões, uma média de 16 mil reais para cada projeto.

“São pequenas ajudas que transformam a realidade local, despertam uma autoestima, mobilizam a comunidade e iniciam processos de solidariedade. É bom lembrar que é preciso de uma carta referencial do bispo onde esse projeto se encontra. Sem anuência do bispo não é possível dar continuidade ao processo”, ressalta.

De acordo com o padre Patricky, desde a década de 1990 a CNBB apresenta um caminho de concretização da Campanha da Fraternidade que é o Fundo Nacional de Solidariedade, composto com a doação que é feita no domingo de Ramos por todas as comunidades.

“São com esses recursos que a Igreja no Brasil já apoia de longa data diversas ações que concretizam o cuidado. Então, nós podemos dizer sem sombra de dúvidas que onde as práticas usuais não chegam, a mão da Igreja está ali para poder ajudar, apoiar e, o que é mais impressionante, com pequenas ajudas iniciam grandes processos de transformação na vida de pessoas e comunidade”, diz.

Um exemplo bem concreto que deu fruto depois que recebeu apoio do fundo em 2017 foi um projeto no norte de Minas Gerais, na diocese de Januária. Com o recurso do FNS, a comunidade se organizou e passou a produzir frango caipira e houve um compromisso dessa comunidade para fazer uma devolução solidária a partir do que ela conseguiu mobilizar. Como tiveram bons resultados, resolveram investir dois mil reais em um grupo de jovens que começou a organizar uma pequena fábrica de doces locais e, assim, dar continuidade à proposta dos três eixos de atuação do FNS: formação e capacitação, garantia de direitos e geração de renda.

“São processos que realmente mudam a vida das pessoas. É um caminho belíssimo”, disse padre Patricky.

Todos os projetos apoiados pelo Fundo Nacional de Solidariedade podem ser acessados diretamente aqui na página do fundo, onde também se encontra a prestação de contas. Além disso, o portal da CNBB fez uma série de reportagens mostrando a atuação desses projetos. Para saber mais é só acessar o site: https://www.cnbb.org.br/cf2020/

Via CNBB

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